dos livros que marcam, «a arte da guerra» soube mexer comigo. não é o romance do felizes para sempre que inspira, mas é a estratégia da razão que envolve. sem saber bem porquê andava a lembrar-me dele e da altura em que o li pela primeira vez. sabia que queria o mundo, mas ainda não tinha nada conquistado. neste preciso momento, enquanto a vida me dá mais luta, passo a passo a realidade devolve a sensação de sonhos vencidos. sexta, no meu local de trabalho, sem que nada pudesse prever, encontrei quem mo aconselhou. como não acreditar em sinais?
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