16 abril 2014


disse que gostava de miguel. confessou-me que adorava a ideia de chamar alguém de simone. acho sempre que vou ser mãe de meninas em primeiro lugar. e hoje ao ler miguel esteves cardoso sobre o miguel guilherme (e não só - «o genérico – visual e musical – é uma obra-prima que resistiu ao overkill». que orgulho, black inks!) partilhei gostar de miguel. ela gosta de simone. e tudo o que sei é que seja que nome for vai ser arrebatador. vim aqui como que a forçar para não me esquecer. que a vida são estas nesgas de manifestações de afecto. e o maior que (ainda) vamos ser. 

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