nunca tive grande talento para comprar presentes impostos por uma data ou tradição. nem de fazer listas intermináveis com impossíveis. se o melhor acaba por ser o que chega do inesperado e se a austeridade se quer fazer valer de alguma coisa que sirva de argumento para a malta se imbuir de espírito natalício, deixar as lojas para os saldos e oferecer o que realmente importa: verdade e tempo.

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