23 agosto 2013

olá pessoas que me lêem. que tal vai isso? por aqui tudo bem. cá se vai vivendo conforme as possibilidades. e como deus quer. eu até curtia mais, mas se ele acha que assim está bom, rendo-me às evidências. estou farta da get lucky. vocês não? nunca percebi muito bem o conceito de gastar até à exaustão. tipo: não é fixe massacrar. voltei de coura e - como sempre - foi amor. ainda que os calexico se tenham portado mal comigo. a mais linda cantiga do algiers costuma abrir concertos e soou tão mal que só me apetecia chegar ao pé do joey e subir-lhe os volumes até ficar roxo. mas depois perdoei-lhe quando o minas de cobre estava tão poderoso que arrancou sorrisos às mais minúsculas criaturas do taboão. aprendi esta banda com o luís há quase tanto tempo como o considero o meu guru espirito-musical. ele sabe compreender-me. a propósito toda a gente devia ouvir o seu e o resto é ruído. há coisas óptimas sempre. subindo de novo ao minho: belle and sebastian soube dar-me felicidade como deve ser. já era escuro e um rapaz meteu conversa a dizer que me tinha visto no alive com um tipo de muletas e mais outros. confere. entusiasmou-se mais quando lhe disse que estudava agronomia em trás-os-montes. sim, o público de coura é incrível. por falar em agricultura, trouxe de lá não só amor mas a maior courgette que os meus olhos já tiveram o gosto de apreciar - obrigada isabel!. ainda não fiz sopa, mas confio no sabor daquela terra fértil. mais azul e verde era impossível. hoje já é sexta e que ressaca do norte. acho que já deu para entender. já fiz o mundo desde as nove e meia da manhã e agora enquanto a lady gaga continua a fazer suspense sobre o que para aí vem, vim aqui soltar a criatividade. aprendi a gostar muito de escrever em calibri, sabiam? e há bocado percebi que man, a fanny está magra! e eu quero muito um papel de parede para a minha casa como a lady lamb (the beekeeper) tem numas fotografias a preto e branco super sweets. a taxisdermist, taxidermist é boa banda sonora para dias com aquela densidade considerável. cada vez gosto menos de rótulos. gosto que as coisas sejam como são. sem que lhes seja atribuído nome. só a valer pelo significado. tive esta conversa com um amigo meu ontem à noite. curtiram a lua? tão maravilhosa. continua a ser uma música bonita a playground love. disseram-me.

1 comentário:

Anónimo disse...

Olá Ana. Por aqui também está tudo bem.
Bjs
Pedro Teixeira (Anónimo :-D)