02 novembro 2012

redesenhar o porto em tons violeta. para ver para dar para estar para ter para ir pra ouvir pra sorrir e entrar. o travo último costuma ser o que tem mais sabor. diz-se. por saber-se que depois nada virá. voltou a acontecer sem contar. porque já tinha de ser assim. sente-se. seguir por alguns sentidos. já sem receio de estragar a mais preciosa memória. dois lugares diferentes. onde a mesma pronúncia ocupa a verdade de quem sabe ver de dentro para fora. só coisas bonitas. deixa morrer. devagar antes de tudo. o cão sempre mais que o monstro. não vês que em mim tudo é maior? manel no rádio e nas pessoas. o poder das pessoas. e da música. vivam as pessoas. mata-me outra vez entretanto e tudo a fazer sentido. ao mesmo tempo. em paz com a vida e o que ela me traz. nunca um fim foi tão bonito. foda-se.

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