mais do que nas roupas e cores-tendência, ao primeiro sinalzinho de tempo frio começo quase mecanicamente a pensar nos discos que vão passar comigo o inverno. no ano passado os the national, por exemplo, fizeram um álbum à minha medida. este ano, o marcelo camelo precipitou-se e lançou-se cá na primavera perfeito para acompanhar com chá e dias de chuva. a feist continuou a compôr para românticos com cérebro - como diria um bom amigo - friorentos, acrescentaria agora. o justin vernon, esse, fez questão de me salvar o verão (e a vida) e apesar de achar que bon iver é intemporal, a partir de agora é que vai ser. já para não falar do novo do ryan adams ou no rome do danger mouse. os wilco deram-me the whole love há umas semanas, que num instante me levou a crer que por enquanto não precisava de ouvir muito mais. e não preciso assim tanto. está bom assim. venha daí esse briol.
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