rendo-me à helena sacadura cabral pelo simples facto de conseguir rir-se de forma mais escandalosa que eu. inclusivamente torna-se imperceptível ao comer sílabas, tanto é o riso. a questão impõe-se quanto aos seus rebentos. custa-me a crer que aqueles dois seres bem compostinhos tenham sido concebidos por aquela senhora divertidíssima e que se senta num sofá de um programa de tv como se estivesse em casa, interrompe inoportuna e sucessivamente o apresentador. tudo bem que o malato põe a malta à vontade, mas à vontade não é à vontadinha. não culpem os câmaras por a senhora ter passado grande parte do tempo de lado. acredito piamente que os meus amigos se tivessem visto bem à rasca para a enquadrar mais ou menos na telinha. não dava mesmo para mais. e mais chocolate houvesse mais eu comia. metade de uma tablete foi-se. gaja no tê-pê-éme tem destes ataques de fúria. e precisa de mimo.
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